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Vida Imobiliária 15-02-2021

Imprensa Online

Edifício da SA&V no Braço de Prata é reconvertido em habitação de luxo (atual.)

Vai surgir na zona do Braço de Prata, em Lisboa, um novo projeto de habitação de luxo promovido pelo Sá Aranha e Vasconcelos, que recupera o antigo edifício industrial do conceituado atelier.

 

O Braço de Prata, em Lisboa, vai ter um novo projeto de habitação de luxo, o SA&V Building, criado a partir da reabilitação de um edifício industrial do início do século XX. O imóvel está referenciado na lista de “Bens Imóveis de Interesse Municipal e Outros Bens Culturais” do Plano Diretor Municipal de Lisboa.

Trata-se de um projeto imobiliário promovido pelo gabinete de design de interiores Sá Aranha e Vasconcelos (SA&V), que converte o atual atelier e antigo edifício industrial do gabinete. A SA&V procura agora um parceiro para o desenvolvimento deste projeto, que deverá representar um investimento total de 8 milhões de euros.

Com 2.397 metros quadrados, o edifício vai ser repartido em 10 apartamentos premium com dois lugares de estacionamento cada. Com projeto já aprovado pela CML, a obra deverá arrancar em breve.

O gabinete português Traçado Regulador é responsável pelo projeto. Em comunicado, explica que a ideia central do projeto passou por «garantir a continuidade da imagem industrial do edifico, com utilização de uma estrutura metálica, e a preservação dos elementos relevantes da arquitetura e construção originais, que conferem ao espaço a memória do seu passado, adaptando-o às exigências do conforto habitacional contemporâneo, através da criação de espaços onde prevalece o requinte e o bem-estar».

João de Sousa Rodolfo, arquiteto e CEO da Traçado Regulador, explica que «este é um projeto muito especial para a Traçado Regulador pois acaba por ser a reabilitação de um edifício com cerca de 100 anos de história (1922), tornando-se uma obra de grande responsabilidade, mas também com enormes desafios», como por exemplo «a proporção do lote, com 20 m de frente e 50 m de profundidade, com duas empenas cegas - paredes laterais onde não é possível abrir janelas - com esta última dimensão. Esta circunstância levou-nos à criação de um pátio central, que providenciasse área de janelas, de modo a proporcionar as condições necessárias a espaços de características habitacionais, dotados da necessária iluminação e ventilação naturais».

«Estamos extremamente satisfeitos com o resultado final, pois o facto deste ser um projeto para o segmento premium eleva, sem dúvida, a exigência do nosso trabalho mas também o nosso reconhecimento», conclui.

 

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